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Digo eu

Digo eu

Por favor, homens grávidos é que não!

 

 

 

 

Não posso concordar em tudo o que envolve a evolução dos tempos. 
Se me perguntarem sobre tendências sexuais, aceito que um homem se possa sentir atraído por outro homem, uma mulher por outra mulher, acreditando que se podem amar eternamente, tanto quanto casais  de sexos opostos. 

Não gosto de dar palpites acerca desse assunto, até porque não o conheço a fundo. Sei que NÃO é um fenómeno tão estranho assim, que sempre existiu desde que o homem existe e entendo que cada um sabe de si, não me cabendo a mim criticar ou julgar preferências e razões que estão fora do meu alcance. 

Não sou contra o casamento entre homossexuais nem contra a adopção de crianças por parte dos mesmos. Acredito que uma criança pode ser feliz tendo dois pais ou duas mães, muito mais do que viver abandonada num lar ou numa instituição de caridade, que como todos sabemos, nem sempre lhes proporciona uma vida adequada às suas carências e ao desejo de se sentirem amadas. É um assunto que gera polémica e que tem sido debatido por várias correntes, umas a favor, outras contra, aproveitando-se a ocasião para manifestações e guerras que logo depois deixam de estar na ordem do dia. 

Nem consigo imaginar como pode uma criança evoluir normalmente numa casa que não é a sua, sem a presença da figura parental, educada segundo padrões que podem muito bem não lhes ser adequados. 
Só os pais, neste caso pais adoptivos, poderão estar atentos e disponíveis para a entender como um ser único, com necessidades próprias. Benditos casais que estão dispostos a adoptar, para cuidar duma criança rejeitada, independentemente das opiniões alheias. É assim que vejo, tendo em conta a minha sensibilidade de mãe que deseja o melhor para as suas filhas.

O que não posso aceitar é que se esteja a evoluir no sentido de criar condições para acabar com as diferenças entre um rapaz e uma rapariga. O unissexo é anti-natural. Não falo de roupa, de sapatos, ou de serviços que podem ser partilhados por ambos os sexos, mas sim da tendência de cada vez mais fazer desaparecer a essência, as características que definem a natureza intrínseca de cada ser. As crianças hão-de se sentir confusas, só pode. Como se as mudanças drásticas tanto corporais como emocionais não fossem já motivo de grande ansiedade,  insegurança e até mesmo revolta, ainda querem impingir-lhes a ideia de que é tudo igual, que a diferença dos géneros não faz diferença, que a pilinha e o pipi é tudo a mesma coisa. Não é! Nunca foi nem nunca será, porque se fosse para ser, teria sido sempre assim. 

Não posso aceitar que a ciência esteja a ponderar transformar um homem numa mulher - não falo de implantes mamários ou extração de órgãos genitais - mas que se fale na possibilidade de inserir um útero, para que ele também possa carregar no ventre um bebé que há-de vir ao mundo. Já imaginaram a figura? Isso seria o princípio do fim. Que deixem os homens e as mulheres serem o que são e como são, sem que a ciência interfira na natureza, na genética e nas funções.  Que deixem haver a liberdade de escolha sem se criarem aberrações. 
Que haja evolução da ciência sim, mas nunca no sentido de caminharmos para a unissexualidade a nível físico.

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Não faz sentido um homem dar à luz. Ou faz? Que os papéis não se invertam na forma como o honem se reproduz.