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Digo eu

Digo eu

24 anos da minha Carlota

 

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Eu achava que sabia o que era o amor, até descobrir que ia ser mãe. Tudo mudou desde ai. O mundo mudou e eu mudei. A natureza transformou-me com todas as suas leis e eu senti o prazer de te ter cá dentro, só para mim.

Tive medo também. Medo de fazer alguma coisa que te prejudicasse, medo que não fosses perfeita a até medo de não saber dar-te tudo o que precisavas. Afinal, sabia lá eu o que era ser mãe e tudo o que essa condição implicava? E depois tu nasceste, linda e perfeita como mais ninguém, com aquele cheirinho a bebé e aquela pele tão suave. Quando as tuas mãozinhas agarraram as minhas, eu soube enfim o que era o amor incondicional. 

Não sei se se explica o que não dá para explicar. Deixei de pensar em mim para pensar em ti e descobri o sentido da vida. Descobri que era mais valente do que pensava, que o meu sono e o meu cansaço podiam esperar sentados, já que ser tua mãe passou a ser a minha maior prioridade.

Sempre foste uma miúda sensacional e tornaste-te, sem dúvida alguma, na minha artista, na minha maior referência de integridade, sendo mais do que perfeita em tudo o que fazes.

Parabéns meu esquilinho pelos teus 24 anos. Por tudo o que és, por essa tão admirável dedicação e empenho em tudo o que fazes e por me fazeres sentir um grande orgulho em ser tua mãe. 

Espero nunca te ter falhado.