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Digo eu

Digo eu

Nossa Senhora de Fátima

 

 

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Eu não sou indiferente às aparições de Nossa Senhora em Fátima. Acredito Nela sem nunca a ter visto e sinto-a como uma mãe universal mas também como minha mãe espiritual. Acredito nos 3 pastorinhos, nas histórias que contaram sobre o que viram, na grande luz que não os fez recuar perante o que lhes foi pedido. Ninguém sabe porque foram escolhidas as 3 crianças humildes, hoje mundialmente conhecidas. Porque lhes foi atribuída tão grande responsabilidade. Talvez por serem crianças simples de coração puro.

Já lá vão 100 anos. 100 anos de história e de segredos revelados que se tornaram numa verdade inegável. Não importa os cépticos, os que precisam de ver para acreditar. A história não mente. Os factos não mentem. Os segredos guardados tanto tempo pelos pastorinhos, aconteceram e mudaram o que ninguém esperava. 

Nossa Senhora apareceu há 100 anos em Fátima por várias vezes, aos 3 pastorinhos humildes e ignorantes de coração puro.  E eu acredito nos milagres, na Senhora que brilhava em cima duma árvore, na força das suas palavras e nos 3 pastorinhos de coração puro que nunca a renegaram. 

A energia que existe no santuário de Fátima é inexplicável. Mas hoje não estou lá no meio da multidão para as comemorações do centenário das aparições, nem para a canonização de Francisco e Jacinta. Não estou lá para ver o Papa Francisco, aquele homem extraordinário que revolucionou a igreja e aproximou as pessoas, mesmo as que não acreditam em nada. Estou aqui para poder sentir o seu significado, esperando que a minha fé se intensifique e faça o seu trabalho. Que eu nunca perca a esperança de me tornar um pouco melhor a cada passo.