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Digo eu

Digo eu

o que há em mim

 

 

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O que há de permanente em mim é ser eu mesma. Eu mesma cheia de entusiasmo quase mágico, que de repente cai na mais profunda tristeza quase esquizofrénica. E não sei de que depende o meu estado de espírito, que enfrenta o que vai acontecendo, mudando não por culpa das circunstancias, mas sim da força que me acompanha ou me abandona quando eu mais preciso. É estranho ser gente. São estranhas as coisas que acontecem. E é estranha essa mudança entre a força e o quase desespero, que em mim se dá quando eu menos espero. Não sei se sofro mais do que é preciso, ou se me encanto com o imprevisto da sorte que me bate à porta. Em ambos os casos, enfrento sempre as situações, mesmo as de calibre pesado, pedindo que venha de lá um milagre, mesmo que o milagre seja apenas o de aceitar e entender que a vida é apenas passageira. Tenho então que aproveitar a acolher-me a mim mesma. Sem reticências.