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Digo eu

Digo eu

Para sempre, o meu amor por ti

 

 

 

 

Senti uma urgência súbita em te escrever. Passam-se os anos e há tanto que fica por dizer. Quero que saibas tudo o que significas para mim, que é basicamente o mundo inteiro. 

Mas dito assim, parece apenas mais um cliché, daqueles que se dizem da boca para fora e que nada significam. Apenas soam bem.  

Trouxeste uma lufada de ar fresco à minha vida, apesar de todos os contratempos que envolveram o teu crescimento. Mas quando penso que poderias não existir, quase que morro. O que seria da minha vida sem ti? Em quem pensaria agora enquanto escrevo? 

Não sei nem quero saber. Sei que nada seria igual e não suporto essa ideia. 

Olho para trás e não vejo nada de que me arrependa, a não ser quando a minha paciência se esgotou, a cada vez que me desafiavas e me tiravas do sério. 

Afinal eras como eu, com a diferença que eu não ousava desafiar a minha mãe que sempre respeitei, mesmo quando não conseguia entender algumas das suas atitudes. 

Espero ter-te dado aquilo que precisavas na altura certa, acertando o meu passo com o teu. Não foi nada fácil mas acho que valeu a pena. 

Olho hoje para ti e agradeço ter-te como minha aliada, confiando nesse teu coração tão grande e tão absoluto. 

Agradeço ter-te dado a liberdade de te expressares e de fazeres aquilo que gostavas, porque vejo que tens consciência do quanto foi importante para ti. 

Sempre te amei em todas as fases, por mais críticas que tenham sido. E as fases hão-de continuar a existir, mudando a tua vontade, mas nunca o meu amor por ti. 

Esse é firme desde o primeiro dia. Tão sólido que até te irrita, confessa. 

Não preciso de escrever um testamento que te elucide mais do que isto. 

O que sinto por ti é maior do que todas as palavras de amor que possas conhecer. 

Confia nesse meu amor por ti. Desde sempre, para sempre e mais além.